Manhã de domingo de carnaval. Tá aí um momento bacana, principalmente para quem não enfiou o pé na jaca no dia anterior. Eu estou na lista, na verdade nem bebi nada alcoólico. Manhã de domingo tem algo de extraordinário, acho que nela reside uma preguiça criativa, um olhar para tudo, a motivação para finalizar algo que estava parado, a criatividade viva para transformar um período da semana em algo sem data de validade. Lionel Richie sabe do que estou falando, e comparou a manhã de domingo a algo “fácil” ou “tranquilo”. Ele está corretíssimo.
Pela janela avisto uma pessoa passando com uma camisa de futebol. Branca, com uns detalhes em azul. Nas costas, o nome: Son. Fico imaginando um sul-coreano curtindo o carnaval no Brasil. Provavelmente venderam a ele o calor do Ceará - e ele caindo no golpe, percebe que nessa época do ano a chuva surge vez por outra. O pensamento é bobo, e foi a partir disso que resolvi sentar para escrever sobre essa manhã de domingo. Uma história pra gringo ver.
Antes de começar a escrever criei minha 75ª playlist musical no Spotify - contando apenas meu perfil, se somar ao perfil do Lounge, somo aí mais 25. Há de tudo, elas obedecem temas, playlists para dias históricos, “best of” de determinado artista e outras regras quebráveis. Após a criação da lista, percebo que já tinha uma semelhante, porém a de hoje foi regada a músicas “Lado B”, e isso faz uma enorme diferença.
Por fim, e muito importante, percebo que não tenho a versão original de “Easy” em minhas playlists, desde 92 adotei a versão do Faith No More, que é um erro.